Luiz Francisconi Neto (PSDB) é réu na Operação Patrocínio, que investiga o pagamento de propina por parte de empresas em troca de alterações de contrato com a prefeitura. Justiça ainda determinou bloqueio de bens de empresas e mais sete investigados. Prefeito de Rolândia, Luiz Francisconi Neto (PSDB), é réu na Operação Patrocínio
Reprodução/RPC
A Justiça determinou o bloqueio de até R$ 1.313.038,10 em bens do prefeito de Rolândia, no norte do Paraná, Luiz Francisconi Neto (PSDB). A determinação atende a um pedido do Ministério Público do Paraná (MP-PR) que investiga o pagamento de propina por parte de empresas em troca de alterações de contratos com a prefeitura. A decisão é de quarta-feira (13).
O prefeito, secretários municipais, servidores e empresários foram alvo da Operação Patrocínio, no dia 10 setembro de 2018, pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e do Grupo Especializado na Proteção ao Patrimônio Público e no Combate à Improbidade Administrativa (Gepatria). De acordo com o MP-PR, licitações foram fraudadas, dissimulação de valores recebidos mediante supostas doações realizadas para campanha eleitoral e realizaram depósitos em contas bancárias de terceiros, por meio de simulação de compra e venda de maquinário e fictícia prestação de serviços. Segundo a promotoria, o dinheiro desviado tinha como destino a campanha de reeleição de Francisconi Neto, em 2016. Quatro investigados firmaram acordos de delação premiada, entre eles estão três ex-secretários municipais e um empresário. Além do bloqueio de bens do prefeito de Rolândia, a juiz da Vara da Fazenda Pública de Rolândia, Marcos Rogério César Rocha, ainda determinou o bloqueio de bens de mais sete pessoas e quatro empresas investigadas. “São fartos os indícios de responsabilidade dos requeridos, sobretudo porque os acordos de delação premiada, uma vez aliados aos documentos acostados à inicial, revelam, ao menos em sede de cognição superficial, própria deste momento processual, fundados indicativos de que houve, de fato, conluio entre os réus para a prática de fraude do procedimento licitatório da concessão de uso de bem público mediante o pagamento de valores indevidos (propina)”, diz um trecho da decisão.
Quanto aos outros réus no processo, que tiverem os bens bloqueados, a Justiça determinou o bloqueio de valores que podem variar de R$ 611.574 a R$ 1.660.074,30. O G1 tenta contato com a defesa do prefeito Luiz Francisconi Neto (PSDB).
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Fonte: G1

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