Estica, puxa, alisa. E de novo, mais uma vez. Por muito tempo essa foi a realidade das mulheres que não aceitavam seus cabelos crespos ou cacheados. Mas, de uns anos pra cá, isso começou a mudar. No começo, pode parecer assustador se imaginar sem chapinha ou progressiva, mas logo a transição capilar se transforma em uma revolução. E o mais importante: de dentro para fora.
Preparamos uma galeria com sete histórias inspiradoras de mulheres que aceitaram seus cabelos e hoje são mais felizes com elas mesmas. Nunca é tarde pra começar uma mudança, ok?!

Veja também: Solte esse cacho! Como abandonar a química e amar seu cabelo natural

Quem vê carão não vê coração, né, mores?! A maquiadora Karolline Sabino, de 27 anos, nem sempre se aceitou assim, com esse poder todo. Quando ficou grávida e percebeu que iria passar os nove meses sem poder usar química, ela não teve dúvidas: resolveu cortar o cabelo bem curtinho. De primeira, ela já se jogou no “big chop”, que é a fase da transição na qual se corta toda a parte alisada das madeixas. “Eu fazia alisamento desde os 3 anos de idade, mas depois da transição tudo mudou. Foi uma mudança que começou não só esteticamente, mas passei a entender melhor todo o poder que tenho”, conta Karolline

“Eu não tenho mais medo de chuva, meu cabelo está sempre lindo, até quando acordo”, é assim que se sente a estudante Thais Raquel, de 22 anos. Ela assumiu os cachos há cinco anos, mas nem sempre gostou desse cabelão. A jovem conta que, por causa do bullying que sofria na escola, ela literalmente odiava seu cabelo. Durante a transição, ela usou e abusou do óleo de rícino, o que ajudou com que o cabelo dela crescesse bastante. Então, fica a dica para as ansiosas de plantão.
E, para os comentário desmotivadores, ela responde: “Ao invés da opinião, peço para a pessoa me dar creme de cabelo”

Quando engravidou, a maior preocupação da dentista Rafaela Constança, de 23 anos, era se sua filha teria alguma referência de cabelo cacheado para se espelhar. Foi aí que ela pensou “por que não eu?” e começou a transição. “Mudou tudo de dentro pra fora. Hoje eu tenho uma autoestima que exala, nunca tinha tido isso”, comenta. E com a filha, parece que funcionou. A pequena teve um trabalho na escola em que tinha de falar como gostaria de ir a um baile e apresentou uma foto de uma menina cacheada, muito parecida com a mãe. Lindo, né?!

Em 2015, Elaine Pinheiro, de 45 anos, passou por um câncer de mama e viu sua vida mudar completamente. Durante o tratamento, ela precisou raspar todo o cabelo e viu uma oportunidade surgir dessa situação. “Eu sempre quis sair dessa escravidão que é o alisamento, aí fui olhando e me aceitando enquanto o cabelo crescia. Fui me curando interiormente e hoje eu sou mais feliz”, conta. Hoje ela incentiva outras mulheres a passar pela transição e dá a dica: abusar de acessórios, como faixa, brinco, presilha e lenços coloridos, é uma saída para a fase em que a transição deixa o cabelo indefinido

Quem precisou alisar o cabelo durante grande parte da vida certamente já passou pelo terror que é ter um corte químico. Pois é, foi a partir desse episódio que a estudante Raíssa Santos, de 21 anos, decidiu iniciar a transição. Mas ela não quis passar pelo perrengue que é lidar com um cabelo com várias texturas diferentes e apostou nas estilosas tranças box braids. Passou dois anos assim e hoje, além de amar o cabelo natural, até ousa nos penteados. “Hoje eu gasto muito menos com cabelo, uma progressiva é muito caro e tem sempre que ficar retocando. E eu acho que fico mais bonita com meu cabelo natural”, conta 

Nem tudo são flores durante a transição e vez ou outra a vontade de desistir bate à porta. Para esses momentos, a estudante Emilie da Silva, de 20 anos, recomenda: “Se olhar bastante no espelho e não ficar procurando os defeitos, mas olhar as qualidades que estão dentro da gente. Isso muda a nossa beleza exterior”. Foi assim que ela construiu a autoestima que tem hoje. Para os cachos, ela investiu no cronograma capilar que basicamente é lavar os cabelos três vezes por semana e se organizar entre a hidratação, nutrição e reconstrução 

A estudante Gabriela Araújo, 17 anos, não sabia como cuidar dos cachos e por isso começou a alisar o cabelo desde criança. Essa é a história de muita gente, é verdade. Mas, quando iniciou a transição, as youtubers de cabelo cacheado foram fundamentais para que ela conseguisse lidar com a mudança.
Para ter cachos definidos, a jovem ensina uma receitinha com amido de milho que é show! “Duas colheres de amido de milho, coloca água e faz como um mingau normal, depois mistura com óleo de rícino, passa e deixa duas horas”. Pronto! Agora é só ‘dar close’ com o cabelão definido

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