Desde que entrou em operação, em janeiro de 2014, o avião UTI do Serviço Aeromédico do Governo do Paraná já realizou mil atendimentos.

A marca foi atingida nesta segunda-feira, com o transporte de uma criança internada em Ponta Grossa, nos Campos Gerais, e que necessitava ser transferida com urgência para Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba.

Além do avião UTI, a área da saúde conta hoje com mais três helicópteros de resgate baseados em Cascavel, Maringá e Curitiba. Nesta quinta-feira, um novo helicóptero entra em funcionamento na região Norte, com base em Londrina. Há ainda a frota aérea da Casa Militar, que geralmente é utilizada para o transporte de órgãos e equipes médicas. De 2014 pra cá, o avião UTI do Serviço Aeromédico foi acionado em média pelo menos uma vez por dia.

Há ocasiões, como nesta segunda-feira, que em menos de 24 horas a aeronave fez até três transportes de pacientes, vindos do Interior ou de outros Estados do país. O governador Beto Richa ressalta que o número expressivo de atendimentos em tão pouco tempo demonstra a importância do serviço para os paranaenses.

O paciente número mil do avião UTI foi o pequeno Patrick da Silva Santos, de apenas sete meses de vida. Ele estava internado no Hospital Regional Universitário dos Campos Gerais, em Ponta Grossa, por causa de uma broncopneumonia. Após uma bateria de exames, foi constatada também a suspeita de uma síndrome neurológica que estava afetando o desenvolvimento motor. A fim de uma melhor avaliação, Patrick foi transferido para Campo Largo. De acordo com a médica do avião UTI, Vivianne Santos, cada dia de plantão na base em Curitiba é um desafio diferente.

A maior parte das missões áreas são dedicadas à transferência de pacientes graves que necessitam de suporte especializado, como recém-nascidos, vítimas de infarto ou queimaduras intensas. O destino mais frequente são os hospitais de Curitiba e Região Metropolitana, bem como os de Londrina, Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu e Pato Branco.

O comandante da aeronave, Sebastian Edo, disse que ao longo de dois anos já fez mais de 300 missões aéreas da saúde.

A secretário estadual da Saúde, Michele Caputo Neto, explica que a organização do Serviço Aeromédico no Estado está encurtando distâncias, agilizando o atendimento e aumentando as chances de sobrevivência dos pacientes. A secretária ainda destacou que o serviço demonstra o respeito do Governo do Estado com a saúde dos paranaenses. Somando toda a frota aérea disponível para a saúde, já são quase 6 mil atendimentos nos últimos seis anos. Tudo isso envolve operações de resgate, transferência de pacientes, transporte de órgãos e de equipes médicas.

Fonte: Agência de Notícias do Paraná

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