Dono de duas empresas usadas para fazer repasses de dinheiro também foi denunciado nesta quarta-feira (13). Segundo a força-tarefa, contratos de refinaria renderam quase R$ 6 milhões em propinas a ex-diretor da Petrobras. Dois executivos da Alusa Engenharia foram denunciados nesta quarta-feira (13) pela força-tarefa da Operação Lava Jato. César Luiz de Godoy Pereira e José Lázaro Alves Rodrigues são acusados de corrupção e lavagem de dinheiro.
Os crimes, segundo a força-tarefa, estão relacionados a quatro contratos com a Petrobras, entre 2008 e 2011. Além deles, Marcelo Barboza Daniel, um dos responsáveis por duas empresas usadas para o repasse de propina, foi denunciado por lavagem de dinheiro.
De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), pelo menos até 2014, foram repassados quase R$ 6 milhões ao ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa – delator na operação. O G1 tenta contato com as defesas dos citados.
Segundo as investigações, os valores de propina foram efetivamente prometidos e pagos pelos executivos da Alusa Engenharia a Paulo Roberto Costa, tendo em vista quatro contratos celebrados entre a empreiteira e a Petrobras (veja abaixo quais são).
casa de força na refinaria Abreu e Lima (Rnest), de R$ 966 milhões; unidade de hidrocraqueamento catalítico do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj), de R$ 1,466 bilhão;
unidades da carteira de enxofre da Rnest, de R$ 651 milhões; tanques de petróleo e águas de formação do Comperj, de R$ 235 milhões. Até 2012, quando o Costa ainda ocupava o cargo de diretor de abastecimento da estatal, esses contratos sofreram aditivos que aumentaram em milhões de reais os valores das contratações, informou o MPF.
Conforme detectado pela Receita Federal, não houve comprovação de prestação de serviço previsto nos contratos firmados entre a Alusa e as empresas do denunciado por lavagem de dinheiro. Os pagamentos, segundo a força-tarefa, os pagamentos de propina foram feitos por meio de contrato fraudulento de empréstimo no valor de R$ 1,9 milhão, transferência de valores por meio de conta bancária e emissão e utilização de cheques em branco.
Ainda de acordo com o MPF, a denúncia está baseada em documentos, registros de movimentações bancárias, levantamentos da Receita, registros de contratos, relatos de testemunhas e de colaboradores da operação.
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Fonte: G1

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