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A Globo comprou os direitos do livro que mostra Bruno como um assassino frio

A Globo comprou os direitos do livro que mostra Bruno como um assassino frio Reprodução

São Paulo, Brasil

O Boa Esporte se aventurou.

Perdeu todos os patrocínios.

E teve de abrir mão do seu futebol com a volta à cadeia.

Havia a promessa de retorno, quando saísse atrás das grades.

Mas os dirigentes do clube não quiseram.

Nem tentaram.

Preferiram não cumprir sua promessa.

O presidente/dono do Poços de Caldas, time da Terceira Divisão de Minas Gerais, tentou.

A população rejeitou.

O projeto foi um fracasso.

Hoje um jogo-treino, que apenas dois mil curiosos foram ver.

A diretoria do Barbalha, humilde clube cearense, chegou a acertar contrato. Mas o prefeito da cidade, e patrocinador, avisou que não o aceitava no time. 

E o contrato foi desfeito.

A situação de Bruno, condenado a 20 anos e nove meses pelo sequestro, assassinato e ocultação de cadáver de Eliza Samudio, pode ainda piorar.

Ele fará 35 anos no dia 23 de dezembro.

Eliza foi prestar queixa contra Bruno. Por agressão e ameaças de morte

Eliza foi prestar queixa contra Bruno. Por agressão e ameaças de morte Reprodução/Twitter

Está cumprindo sua pena em regime aberto semidomiciliar, ou seja, pode e tem de trabalhar. Se não conseguir emprego, Bruno deverá prestar serviço em obra, ou instituição pública ou entidade conveniada, uma hora por dia ou sete horas semanais.

Pode ser como operário, pintor, pedreiro, serralheiro, lixeiro, seja o que for. Mas tem de trabalhar. 

Sua situação está muito complicada.

E, tem tudo para piorar, em 2020.

A Globo decidiu levar adiante o projeto de fazer uma minissérie sobre o assassinato de Eliza Samudio, que teve Bruno condenado como mentor do sequestro, do assassinato e da ocultação do cadáver.

A minissérie tem como base o livro “Indefensável — O Goleiro Bruno e a História da Morte de Eliza Samudio”, escrito por Leslie Leitão, Paula Sarapu e Paulo Carvalho.

Ele foi publicado em 2014.

E escancara situações nas quais Bruno é retratado como muito cruel.

A emissora carioca comprou os direitos de transformar a publicação em uma atração mostrada na tevê aberta.

E há vários detalhes sobre o jogador e o crime que foi condenado.

Revela que ele ganhava R$ 250 mil no Flamengo e não quis pagar R$ 3,5 mil de pensão ao filho que teve com Elisa.

Fracassou acordo com o Poços de Caldas, time da 3ª Divisão Mineira

Fracassou acordo com o Poços de Caldas, time da 3ª Divisão Mineira Reprodução/Twitter

De acordo com o livro, Bruno duvidava que fosse o pai da criança.

Os dois tiveram relações sexuais em uma festa na casa do atual goleiro do Grêmio, Paulo Victor, que era seu reserva no Flamengo.

“Indefensável” aponta, que cansado das cobranças de pensão de Elisa, Bruno teria planejado, com seu amigo ‘Macarrão’, Luiz Henrique Ferreira Romão, a execução da mulher.

Ela já chegou até a registrar Boletim de Ocorrência, o acusando de agressão, ao revelar estar grávida. E deu entrevistas afirmando que ele a pressionava de todas as maneiras para abortar. Mas resistiu e teve a criança.

Depois, Bruno a teria ameaçado de morte, se continuasse a cobrar pensão para o filho dos dois.

Daí vieram as cobranças pela pensão e pelo registro como pai do menino.

E o plano maquiavélico.

Enquanto Macarrão levava Eliza para ser morta em Minas Gerais, em uma quinta-feira, dez de junho de 2010, Bruno continuou treinando no Flamengo, no Rio de Janeiro. Como se nada estivesse acontecendo.

Nas páginas do livro fica claro que ele se considerava protegido por não ter relação física com a morte. E por ser capitão do Flamengo, com a certeza de que jogaria na Seleção Brasileira e apalavrado com o Milan.

No livro não há a certeza sobre o paradeiro do corpo.

As teses são terríveis.

Cimentado.

Cortado em pedaços e dado a a cães rottweilers ou teria sido queimado em um procedimento conhecido como ‘microondas’, colocado em uma fogueira de pneus.

Protestos contra Bruno voltar a jogar afugentam patrocinadores

Protestos contra Bruno voltar a jogar afugentam patrocinadores Reprodução/Twitter

Bruno jamais disse o que aconteceu.

O projeto da minissérie já até estaria nas mãos da diretora Amora Mautner, responsável pela série Assédio, que datalhou os estupros do médico Roger Abdelmassih.

A atriz Vanessa Giácomo viveria Eliza.

Não há a certeza sobre quem encorporaria Bruno.

Mas o projeto será levado adiante.

E tem tudo para deixar a opinião pública ainda mais contra o goleiro.

Provocar a reação de grupos feministas.

Inviabilizar a volta de sua carreira como jogador.

Qual patrocinador gostaria de ver seu nome estampado no peito de Bruno?

Assim como ele não pôde fazer nada para evitar a publicação do livro, não tem como impedir a produção da minissérie.

Tudo indica que ela será feita.

E estará no ar em 2020…

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Fonte: R7

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